Se você é um consumidor assíduo provavelmente já deve ter comprado algum produto de maneira até meio impulsiva, e após a compra, ficou tentando achar justificativas plausíveis para ter tomado aquela atitude, caso isso tenha acontecido, saiba que você provavelmente, teve acionando algum gatilho mental.

 

Seja com um texto mais persuasivo, a criação de um senso de urgência, ou uma emoção despertada em você ao ver aquela propaganda de locação de geradores, algo de diferente aconteceu, e fez com que você se interessasse e comprasse aquele produto naquele momento. 

 

Os gatilhos mentais, são usados de forma recorrente dentro do marketing, e são consideradas como uma das estratégias mais eficazes para convencer e converter as pessoas. 

 

No texto de hoje, iremos mostrar o que são esses gatilhos mentais e como você pode incluí-los dentro da sua estratégia, bora conferir? Então vamos lá!

 

Afinal, o que são os gatilhos mentais?

 

Os gatilhos mentais são eventos ou circunstâncias externas capazes de provocar algum tipo de reação nas pessoas, produzindo sintomas emocionais ou psiquiátricos, sejam eles positivos ou negativos, em outras palavras, são estímulos que agem diretamente no cérebro. 

 

Reagir a eles é algo natural do ser-humano, essas circunstâncias externas podem justamente, serem projetadas para gerar um determinado sentimento e causar uma emoção naquele usuário, trazendo uma lembrança do passado, uma sensação específica ou um sentimento ao ler, escutar ou ver determinada coisa. 

 

Ao ver uma imagem de um filhotinho de cachorro, talvez o gatilho que venha seja amor e cuidado, sentimentos gerais e não uma lembrança específica. Tudo depende da forma como ele é utilizado. 

 

Em termos mercadológicos, os gatilhos mentais são extremamente populares para gerar sensações diferentes nas pessoas, e incentivar que tomem atitudes, como comprar o seu disco diamantado

 

Quais os principais gatilhos mentais?

 

Falando deles dentro do marketing, existem vários gatilhos mentais que são populares e utilizados com uma certa frequência, entre os principais, podemos citar o de escassez, que incita nas pessoas o sentimento de perda, o que faz com que elas, com medo de ficarem sem um produto, efetuam a transação de forma rápida. 

 

O de urgência, que desperta um gatilho de executar uma ação naquele exato momento, e não deixar para depois como ocorre habitualmente. O de autoridade, que faz com que você tenha uma expertise comprovada e ganhe a confiança do público.

 

Também temos o de reciprocidade, quando o usuário se sente na obrigação de dar algo em troca depois de você fornecer um produto ou um item gratuito para ele, e por fim, temos o de prova social, que faz com que o cliente seja convencido que aquele produto pode ser bom para a sua vida social como um todo. 

 

Como os gatilhos mentais podem ser usados nas suas estratégias?

 

Para usar os gatilhos mentais em suas estratégias de marketing, é preciso primeiro, saber qual deles você acredita que se encaixa melhor com a mensagem que você quer transmitir, como vimos acima, cada um gera um sentimento diferente, e desperta emoções específicas em cada pessoa. 

 

Além dos que citamos acima, existem vários outros gatilhos, basta você saber exatamente o que você deseja passar em determinadas situações, um lançamento de um produto talvez o gatilho de escassez ou urgência possa ser algo bom, como “pré-venda para os 10 primeiros” ou “até durarem os estoques iniciais”. 

 

Já se você quer vender um produto mais específico como um servomotor, talvez seja recomendado a utilização da autoridade ou da reciprocidade. 

 

Como falamos, tudo vai depender de suas intenções, desejos e do que você quer passar ao seu público, procure estudar bem cada um dos gatilhos e veja qual melhor se enquadra no seu negócio, não se esqueça de caprichar na copy, acredite, você vai se surpreender com os resultados. 

 

O que achou do texto de hoje? Deixe sua opinião nos comentários abaixo e não se esqueça de compartilhar com seus amigos caso tenha curtido o texto, até a próxima!

Esse artigo foi escrito por Iago Lourenço, criador de conteúdo do Soluções Industriais.

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